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Livro: A Sensitiva

Membro: Equipe Multi Ajuda    Autor - Fonte: HANNAH HOWELL

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1 HANNAH HOWELL Tradução Silvia Rezende 4 © Hannah Howell/Kensington Books Todos os direitos reservados. Tradução para a língua portuguesa: Copyright © 2011,Texto Editores Ltda. Titulo original: If he\'s sinful Diretor editorial: Pascoal Soto Editor: Pedro Almeida Editora assistente: Marília Chaves Revisão: Beatriz F. Moreira Diagramacão: S4 Editorial Capa: Osmane Garcia Filho Tradução: Silvia Rezende/Abaeterno DADOS INTERNACIONAIS DE CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO (CIP-BRASIL) Ficha catalográfica elaborada por Oficina Miríade, RJ, Brasil. Howell, Hannah A sensitiva / Hannah Howell ; tradução: Sílvia Rezende. – São Paulo : Lua de Papel, 2011. Título Original: lf he\'s sinful. ISBN 978-85-63066-51-0 1.Ficção norte-americana. I.Título. II. Série 11-02693 INDICE PARA CATÁLOGO SISTEMÁTICO 1.Ficção : Literatura norte-americana 813 2011 TEXTO EDITORES LTDA. [Uma editora do grupo Leya] Av. Angélica, 2163 - Conj. 175/178 01227-200 - Santa Cecília - São Paulo - SP www.leya.com 5 6 CAPÍTULO I Londres, outono de 1788. TER UMA FACA APONTADA PARA O PESCOÇO PODE FAZER UMA PESSOA ENXERGAR com mais clareza a opinião que tem sobre a própria vida, Penélope concluiu. Ela permaneceu imóvel enquanto o homem corpulento, um tanto fétido, que a segurava de modo desajeitado ajeitava sua posição. De repente, toda a raiva e todo o ressentimento por ter sido tratada por suas meias-irmãs como se ela não passasse de uma mera criada pareceu insignificante, um problema sem importância. É claro, isto podia ser alguma forma de castigo cósmico por todas as vezes que desejou mal para suas meias-irmãs, ela pensou quando o homem a ergueu o suficiente para que seus pés saíssem do chão. Um dos dois comparsas do homem amarrou seus tornozelos de um modo semelhante ao que prendeu seus pulsos. Seu raptor carregou-a para um beco escuro que cheirava tão mal quanto ele. Poucas horas antes, apenas ela havia visto Clarissa saindo para um passeio de carruagem com seu futuro noivo, Lorde Radmoor. Espiando da janela quebrada do seu quartinho no sótão ela tinha, incontestavelmente, nutrido o desejo perverso de que Clarissa tropeçasse e caísse sobre o monte de estrume próximo às rodas da carruagem. Penélope achou, no entanto, que ser levada por um bandido armado à faca e seus dois comparsas grandalhões fosse uma punição um tanto severa para um desejo infantil nascido da inveja. Ela, afinal, nunca desejara que Clarissa morresse o que Penélope temia ser seu destino.

7 Penélope suspirou e admitiu com tristeza que era parcialmente culpada pela sua atual situação de apuro. Tinha passado muito tempo com seus meninos. Até mesmo Paulinho a apressara para que ela não voltasse para casa no escuro. Era embaraçoso pensar que um garotinho de cinco anos tinha mais bom-senso do que ela. Ela deixou escapar um suave gemido de dor, emudecido por uma mordaça imunda, quando seu raptor tropeçou e a fria lâmina arranhou sua pele. Por uma fração de segundo, o medo que ela lutava para controlar inflou dentro de seu corpo com tanta força que ela achou que fosse desmaiar. O calor de seu sangue penetrando pelo decote do vestido só intensificou ainda mais o temor. Levou alguns minutos para que conseguisse agarrar algum fiapo de calma ou coragem. A noção de que seu sangue estava fluindo muito lentamente para que seu pescoço tivesse sido de fato cortado ajudou a controlar o pânico crescente. — Tem certeza de que não podemos tirar ao menos uma lasquinha, Jud? — Perguntou o maior e o mais peludo dos comparsas do seu raptor. — Ordens são ordens — respondeu Jud enquanto ajeitava a faca sobre o pescoço dela. — Uma lasquinha vai custar mais do que o que ela vale. — Nenhum de nós vai abrir a boca, e a belezinha não vai poder dizer nada. — Não vou permitir que você arrisque. Ela pode reagir e isso deixa hematomas. As marcas dirão tudo e aquela vadia da Sra. Cratchitt vai perceber. E depois não vai querer nos pagar por este servicinho noturno. — Sim, aquela cafetina velha certamente vai querer tirar alguma vantagem disso. Mesmo assim, é uma pena que eu não possa experimentar um pouquinho antes que ela seja vendida para qualquer um por uma ou duas moedas. — Pegue a sua moeda primeiro e depois compre uma pequena se quer tanto. — Mas não será tão limpa e nova, será? — Quando você tiver dinheiro para tirar a sua lasquinha, esta aqui também já não será mais limpa se aquela bruxa velha a usar do mesmo jeito que faz com 8 as outras. Penélope se deu conta de que estava sendo levada para um bordel. Mais uma vez teve de juntar todas as forças para não ficar cega de medo. Ainda estava viva, repetiu a si mesma várias vezes, e pelo visto ainda continuaria por uns tempos. Lutou para fugir deste pensamento. Não ia adiantar nada ficar pensando muito nos horrores aos quais poderia ser forçada a encarar antes que pudesse fugir ou ser encontrada. Ela precisava se concentrar em uma coisa apenas — escapar. Não era fácil, mas Penélope se esforçou para prestar atenção no caminho que eles estavam fazendo. Porém, com a escuridão, com as voltas e com as curvas, era quase impossível guardar um ponto de referência ou um sinal qualquer que pudesse marcar o caminho de volta do local perigoso para onde ela estava sendo levada. Ela precisava se prender com força à esperança de que realmente iria conseguir fugir, e à necessidade de voltar para os seus meninos que não tinham mais ninguém para cuidar deles. Ela foi levada para a cozinha de uma casa. Havia duas mulheres e um homem lá, os quais apenas deram uma olhada apenas em sua direção antes de retomarem o trabalho que estavam fazendo. Não foi nada encorajador o fato de eles parecerem tão acostumados com uma cena como esta, tão indiferentes e desinteressados. Enquanto seus raptores a carregavam por uma escadaria escura e estreita, Penélope ouviu vozes e música vindos do andar de baixo, da parte d...
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