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O Duque e Eu - Julia Quinn

Livro: O Duque e Eu - Julia Quinn

Autor - Fonte: Julia Quinn
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RESUMO

Todos pareciam divertir-se naquele baile que reunia o mais seleto da sociedade londrina. Todos, exceto eles dois.
Daphne, uma formosa jovem perturbada por uma mãe obcecada para lhe encontrar um marido quanto antes, e Simon Basset, o novo duque do Hastings, que não quer saber nada da vida social de Londres nem dos esforços das elegantes damas de "caçá-lo" com uma de suas filhas.
Ao conhecerem-se, ocorreu-lhes o plano perfeito: um compromisso fictício que mantenha afastadas às pretendentes do duque e tranqüila à mãe do Daphne. Mas não seria simples, já que o irmão do Daphne, amigo do Simon, não é fácil de enganar, nem tampouco o são as experientes damas da alt
sociedade. Embora o que complicará de verdade as coisas será a aparição de um elemento que não estava previsto neste jogo de dois lados: o amor.
Nota da Revisora Edith:
Gostei muito do livro. A autora tem um jeito divertido de escrever uma historia também divertida. Uma família grande e buliçosa com uma mãe muito esperta. A mocinha não é burra e consegue levar o mocinho numa boa.
Quanto ao mocinho. um pouco teimoso por conta de uma infância difícil. Ora ele era gago! E o pai o repudia achando que ele era imbecil quando na verdade era brilhante e um tudo de bom!

Prólogo

O nascimento do Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, conde do Clyvedon, foi recebido com grandes celebrações. Os sinos repicaram durante horas, houve champanha para todos festejar a chegada do recém-nascido e todo o povo do Clyvedon deixou seus trabalhos para unir-se à festa organizada pelo pai do jovem conde.
-Este não é um menino qualquer - lhe disse o padeiro ao ferreiro.
E não o era porque Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset não seria conde do Clyvedon para sempre. O título era pura cortesia. Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o menino com mais nomes dos que qualquer menino pudesse necessitar, era o herdeiro de um dos ducados mais antigos e ricos da Inglaterra. E seu pai, o duque do Hastings, tinha estado esperando este momento durante anos.
Enquanto passeava com seu filho nos braços em frente do quarto de sua mulher, não cabia o coração do duque no peito de quão orgulhoso que estava. Passados os quarenta anos, tinha visto como todos seus amigos duques e condes geraram herdeiros. Alguns tinham tido que ver nascer várias filhas antes da chegada do esperado varão mas, no final, todos tinham assegurado a linha sucessória, que seu sangue perduraria nas próximas gerações da alta sociedade britânica.
Mas o duque do Hastings não. Apesar de sua mulher ter conseguido conceber cinco filhos, só duas das gravidezes chegaram aos nove meses e, em ambos os casos, os meninos nasceram sem vida. Depois da quinta gravidez, que acabou no quinto mês com um aborto no qual a mãe perdeu muito sangue, todos os médicos comunicaram aos duques que não era aconselhável voltar a tentar conceber. A vida da duquesa corria perigo. Estava muito fraca e possivelmente, segundo os médicos, era muito velha. O duque teria que ir se fazendo à idéia de que o ducado do Hastings deixaria de pertencer à família Basset.
A duquesa, entretanto, Deus a benza, conhecia perfeitamente qual era seu papel e, depois de um período de recuperação de seis meses, abriu a porta que comunicava os dois dormitórios, e o duque voltou a a busca de um filho.
Cinco meses depois, a duquesa comunicou ao duque que estava grávida. A euforia do primeiro momento ficou empanada pela firme decisão do duque de que nada, absolutamente nada, truncasse esta gravidez. A partir do mesmo momento em que a duquesa teve a primeira falta, viu-se obrigada a guardar cama. Um médico ia visitá-la todo dia e, na metade da gravidez, o duque localizou ao melhor doutor de Londres e lhe ofereceu uma dinheirama para que abandonasse seu consultório e se transladasse ao Clyvedon temporalmente.
Desta vez, o duque não estava disposto a correr nenhum risco. Teria esse filho e o ducado ficaria na família Basset.
A duquesa começou a ter dores ao oitavo mês e as enfermeiras lhe colocaram travesseiros debaixo do quadril. O doutor Stubbs lhes explicou que a gravidade faria que o menino se mantivesse dentro. Pareceu um argumento lógico ao duque e, quando o doutor partia à noite, colocava outro travesseiro, deixando-a formando um ângulo de vinte graus. E assim
permaneceu durante um mês.
E, por fim, chegou a hora da verdade. Todos rezavam pelo duque, que tanto desejava um herdeiro, e poucos se lembraram da duquesa que, à medida que lhe tinha crescido a barriga, tinha ido perdendo peso até ficar nos ossos. Ninguém queria ser muito otimista porque, ao fim e ao cabo, a duquesa e tinha dado a luz e sepultura a dois meninos. Além disso, embora tudo saísse bem, podia perfeitamente ser uma menina.
Quando os gritos da duquesa foram mais fortes e freqüentes, o duque, fazendo caso omisso das queixas do doutor, parteira e criada da duquesa, entrou no quarto de sua mulher. Tudo estava cheio de sangue, mas estava decidido a estar presente quando se conhecesse o sexo do bebê.
Saiu a cabeça, logo os ombros. Todos se inclinaram para ver o fruto dos dores e empurrões da duquesa e, então.
E então o duque soube que Deus existia e que estava com os Basset. Deixou que a parteira o limpasse e logo agarrou ao menino nos braços e saiu para -mostrá-lo a todo mundo.
-É um menino! -gritou-. Um menino perfeito!
E enquanto os criados o celebraram, o duque olhou ao pequeno conde e lhe disse:
-É perfeito. É um Basset. E é meu.
Queria levá-lo fora para que todos vissem que tinha tido um varão são e forte, mas estavam a princípio de abril e havia um pouco de frio assim, no final, aceitou que a parteira o levasse com a mãe. O duque montou no lombo de um cavalo castrado e saiu para celebrar, gritando a todo aquele que quisesse escutar a boa notícia.
Enquanto isso, a duquesa, que desde do parto não tinha deixado de sangrar, ficou inconsciente e, ao final, faleceu.
O duque sentiu muito por sua mulher. Sentiu com toda a alma. Não a tinha amado, é claro, nem ela a ele, mas tinham mantido uma bonita amizade desde a infância. Do matrimônio, o duque só esperava um filho e herdeiro e, nesse aspecto, sua mulher tinha demonstrado ser um exemplo de conduta. Deu ordens de que toda semana houvesse flores frescas em sua tumba, todo ano, e levaram seu retrato do salão para o vestíbulo, para um lugar proeminente em cima da escada.
E logo o duque se dedicou à tarefa de criar a seu filho.
Obviamente, o primeiro ano não pôde fazer quase nada. O bebê era muito pequeno para os livros de administração das terras e responsabilidades, assim o deixou aos cuidados da babá e foi para Londres, onde continuou com a vida que levava antes de ser pai, salvo que agora obrigava a todo mundo, inclusive o rei, a olhar o retrato em miniatura que tinha feito de seu filho pouco depois de nascer.
Visitava Clyvedon de vez em quando e, para o segundo aniversário do Simon, retornou com a intenção de encarregar-se pessoalmente da educação do conde. Tinha-lhe comprado um pônei, uma pistola para quando fosse maior e fosse à caça da raposa e tinha contratado a professores para que lhe ensinassem tudo o que um homem pode saber.
-É muito jovem para tudo isto! - exclamou a babá Hopkins.
-Bobagem - respondeu o duque de um modo condescendente. - Obviamente, não espero que se especialize em nenhuma destas matérias nos próximos anos, mas nunca é muito cedo para iniciar a educação de um duque.
-Não é um duque - disse a babá.
- Mas será.
Hastings lhe deu as costas e se agachou junto a seu filho, que estava construindo um castelo assimétrico com uns blocos no chão. O duque fazia meses que não ia ao Clyvedon e ficou encantado com o muito que Simon tinha crescido. Era um menino são e forte, de cabelo castanho e olhos azuis.
-O que está construindo, filho?
Simon sorriu e apontou.
Hastings olhou à babá Hopkins.
-Não ...

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Comentários:
Nina : E linda a historia, alem de muito engracada e muito emocionante, , pena que falta o finalzinho do livro !!!!!.
Tamyres: NOSSA...! ESTOU SEM PALAVRAS COM ESSE LIVRO... ELE É MUITO ENGRAÇADO! O TRIO BRIDGERTON... VALE MAIS QUE A PENA!.
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