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Livro: Contrato de Casamento - Anne Hampson

Membro: Equipe Multi Ajuda    Autor - Fonte: Anne Hampson

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THE HAWK AND THE DOVE Anne Hampson Bianca Nº 204 Janis acabou de se despir devagar e quando se virou, estremeceu. — Perry! - Há quanto tempo ele estaria ali parado? Será que...? A garganta de Janis ficou seca e seu coração disparou. No estranho contrato de casamento celebrado entre os dois, uma das regras principais era não haver aproximação física entre eles. Agora, a presença de Perry ali, observando-a friamente, a enlouquecia. Ela já amava aquele homem duro e frio, mas não queria uma primeira noite de amor forçada e violenta. Deu alguns passos para trás, empalidecendo, à medida que ele avançava com uma expressão selvagem no olhar que ela jamais vira antes...

Digitalização e Revisão : Allegra Esta obra foi integralmente composta e impressa na Divisão Gráfica da Editora Abril S.A.

Foto da capa: RJ.B. Photo Library Copyright: Harlequin Enterprises B. V. 1970 Título original: "THE HAWK AND THE DOVE" Publicado originalmente em 1970 pela Mills & Boon Ltd., Londres, Inglaterra Tradução: Elisa Rezende Copyright para a língua portuguesa: 1984 Abril S.A. Cultural- São Paulo Digitalização e Revisão : Allegra CAPÍTULO I Janis não chegou a ver o carro, pois cruzava a rua com a cabeça baixa, absorta em pensamentos. Mas sentiu a dor lancinante e, segundos depois, os braços fortes do motorista irado que a colocava dentro do carro, ao mesmo tempo que lançava um olhar irritado à multidão que se formou rapidamente.

Era hora do rush em Chester, e o trânsito fluía lento. Assustada, Janis perguntou para onde iam.

— Para o hospital - foi a resposta seca e breve.

Tentou examinar o rosto dele com maior precisão, mas o que via era um perfil austero e um maxilar duro e proeminente, que lhe dava um aspecto quase cruel. Janis queria se desculpar, mas faltava-lhe coragem de enfrentar o visível mau humor do motorista. Toda vez que brecava, xingava baixinho, dando a impressão de que algo estava errado com o carro. Entretanto, logo chegaram ao hospital e Janis foi colocada sob os cuidados de uma enfermeira.

Uma hora mais tarde, com os ferimentos tratados, o médico lhe disse que podia ir para casa.

— Para casa? - Esse pensamento a assustou.

— Queria saber se… - mas o médico já tinha saído do quarto e, instantes depois, ouviu sua voz no corredor.

— Ela vai ficar boa. O ferimento da perna não é sério, mas é claro que vai ter que repousar por algum tempo. Queria vê-la na segunda-feira. Providencie que ela fique de cama até lá.

— Eu acho que o senhor não está entendendo bem. - a voz pausada era decidida e autoritária e tinha um quê de arrogância, que fez Janis franzir a testa de leve. — O senhor quer dizer que eu devo levá-la embora do hospital? — Exatamente. O ferimento vai sarar logo, não se preocupe, mesmo porque não temos condições de mantê-la aqui, não há camas, nem pessoal suficiente. O senhor quer que mande levá-la para seu carro? — É claro que não! Eu nem ao menos a conheço! — Então quem é o senhor? - perguntou o médico, surpreso.

— Eu é que sou a vítima. Foi ela que provocou o acidente ao entrar na frente do meu carro. Estou esperando aqui apenas para me certificar de que não houve nada mais sério.

— Ah, desculpe-me. Achei que tivessem algum parentesco.

Seguiu-se um silêncio e Janis sentiu a indignação do motorista naquela frase. Olhou para o seu casacão pendurado na entrada do quarto e pensou que realmente não devia ser muito lisonjeador ser considerado parente de alguém que usava roupas naquele estado: os punhos do casacão estavam gastos e havia um remendo surrado bem visível na frente.

— Eu vou deixar o meu cartão, caso o senhor precise se comunicar comigo.

— Obrigado. - seguiu-se uma leve hesitação do médico. — O senhor não gostaria de vê-la? Após um breve silêncio, Janis ouviu aquela voz responder, com uma nota de impaciência: — Está bem.

Ficou à escuta dos passos que se aproximavam no corredor, os olhos grudados na porta.

— Ela está nesse quarto aqui. - o médico desculpou-se, prometendo voltar daí a instantes.

O homem entrou e dirigiu-se para a cadeira onde Janis estava sentada. Parou com uma expressão de surpresa nos olhos, ao ver aquele rosto jovem e assustado. Parecia incapaz de acreditar no que via.

— Mas você é apenas uma garota! Pensei que fosse bem mais velha! Janis corou e desviou os olhos que pararam no seu casacão velho. De fato, aparentava bem mais idade naqueles trajes, a cabeça baixa e ombros caídos. — Sinto muito causar esse transtorno todo - disse com a voz baixa e insegura. — Foi tudo minha culpa, não estava olhando para onde ia… Eu… - parou de falar. É claro que ele não estava interessado em saber por que estava deprimida e cansada, depois de procurar em vão uma pensão a tarde toda.

— Sabe que você teve muita sorte? Podia ter morrido! – como não recebeu uma resposta, mudou de assunto. — A perna dói muito? — Não, agora não dói mais. - seus grandes olhos azuis refletiam preocupação. — Que horas são? — São quase sete horas - informou ele, depois de consultar o relógio.

— Sete? - deu um suspiro cheio de desânimo. — Não pode ser...

— Não se preocupe. - tentou acalmá-la com a voz mais branda. — Você logo estará em casa. Onde mora? — Bem… será que posso passar a noite aqui? — Não há necessidade. O médico disse que você já pode ir para casa. E, se for obediente e ficar na cama por um ou dois dias, logo vai ficar boa.

Ela balançou a cabeça com desespero.

— Mas preciso ficar. Eles têm que me deixar ficar! — Você quer ficar aqui? - perguntou perplexo, sem entender.

— Sim, sim, quero.

— Mas por quê? Baixou os olhos. Ficou olhando suas mãos, hesitando para responder.

— Não tenho para onde ir - conseguiu balbuciar envergonhada, sentindo o olhar suspeito ...
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Comentários:

Adriana 22/06/14: Lindo demais!.
Eva: muito lindo,este romance.

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