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Livro: Isso Não Surtiu O Resultado Esperado, Ela Encontrou

Continuação: Sonho tropical

Membro: Equipe Multi Ajuda    Autor - Fonte: Janelle Dennison

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...quando isso não surtiu o resultado esperado, ela encontrou outro. A situação assumiu as proporções de um ciclo vicioso e chegou a um ponto em que, sempre que ela dizia estar apaixonada, eu nem dava ouvidos, porque sabia que era só uma colocação superficial, um jeito de ter sempre um homem por perto, alguém em quem ela pudesse se apoiar. Uma muleta.

Alex ouvia em silêncio, sério. Sabia que havia mais a ser dito e queria ouvir tudo, até o último detalhe.

Com um suspiro, Dana passou a mão pelos cabelos antes de continuar falando.

— Na medida em que fui crescendo, aprendi a comparar essa emoção demonstrada por minha mãe com fraqueza e vulnerabilidade, com dependência e incompetência. Afinal, ela dizia amar todos aqueles homens. Sempre que começava um novo relacionamento, afirmava estar apaixonada. Então, para mim, uma mulher apaixonada era uma mulher dependente. De um homem, especificamente. Era o que eu via vivendo com minha mãe e foi com isso que convivi até concluir o colégio, quando jurei para mim mesma que nunca me colocaria nesse tipo de situação criada por ela.

As peças iam se encaixando para Alex. Compreendia com maior clareza a personalidade determinada e forte de Dana, os motivos que provocavam nela a inegável necessidade de ser disciplinada e controlar tudo que fazia parte de sua vida. Incluindo o relacionamento que mantinha com ele.

— Você não é como sua mãe — ele garantiu com segurança. — E me conhece bem o bastante para saber que não sou sequer parecido com os homens que passaram pela vida dela. Eu jamais pediria para você abrir mão de qualquer coisa por mim. Pelo contrário. Tudo que quero é que seja uma mulher feliz, realizada em todos os campos de sua vida, porque é isso que faz de você esse ser tão especial. Não a quero frustrada para atender os meus desejos, porque isso destruiria sua personalidade e mataria em sua alma a mulher por quem me apaixonei. Uma mulher forte, corajosa... mas que tem medo de confiar. Quando ela não respondeu, Alex decidiu que era hora de tirar proveito da vantagem que acabara de estabelecer. — Mas uma coisa que sei com certeza é que o que sente por mim não é superficial. E talvez seja isso que a assusta tanto, porque o verdadeiro amor implica desnudar-se, expor-se e acreditar que a pessoa de quem se gosta tanto estará sempre ali para nos apoiar, quaisquer que sejam as circunstâncias. Dar esse salto exige uma quantidade de confiança muito maior do que pode ser o esforço de ir embora, desistir de uma relação e partir levando seu coração e suas emoções intactos.

Ela o encarou com um sorriso trêmulo.

— Você está certo — sussurrou. E ele odiava estar certo. Odiava ver no rosto de Dana a dor causada por sua admissão, pela necessidade de reconhecer as próprias falhas e as próprias limitações.

Odiava saber que era o causador desse sofrimento, porque a amava e faria qualquer coisa para vê-la feliz. Sempre.

— Então, acho que a grande questão que ainda permanece entre nós é a da confiança. Você precisa confiar em mim, Dana. Em todos os sentidos. No físico e no emocional, e com o coração e a alma.

E naquela noite, ele planejava submetê-la ao teste final.

Capítulo VI Usando um vestido preto e muito sexy e pronta para sua noite com Alex, Dana saiu do quarto e encontrou a sala da suíte vazia. Alex havia desaparecido. Ela franziu a testa, intrigada, e permaneceu assim por alguns segundos, até ver uma única rosa vermelha sobre a mesa de café, ao lado de um papel dobrado com seu nome escrito nele.

Reconhecendo a caligrafia de Alex, ela apanhou o papel timbrado com o logotipo do hotel e leu a mensagem que ele havia redigido: Encontre-me lá embaixo, no bar do hotel. Com amor, Alex.

Curiosa e ainda mais intrigada que antes, ansiosa para descobrir que tipo de jogo Alex decidira fazer, ela pegou o elevador para o piso térreo, onde ficavam todas as áreas comuns, e de lá seguiu para o bar, cujo nome era Lobby Lounge. Uma vez lá dentro, ela olhou em volta, procurando por seu companheiro para aquela noite.

Ele não estava em lugar algum onde pudesse vê-lo.

O estabelecimento era espaçoso, com um grande balcão, áreas reservadas compostas por poltronas confortáveis em torno de pequenas mesas, e música ao vivo para entreter a clientela.

Dana seguiu em frente, escolheu uma das mesas disponíveis e sentou-se para esperar por Alex.

Uma garçonete aproximou-se para anotar seu pedido; Dana sorriu para a jovem e explicou que estava esperando alguém, e que deixaria para pedir uma bebida quando essa pessoa chegasse.

Com um discreto movimento de cabeça, a garçonete foi atender outras mesas.

Dez minutos mais tarde, a jovem sorridente voltou e depositou um drinque sobre a mesa, diante dela. Antes que Dana pudesse interrogá-la ou afirmar que ela havia cometido um engano, a garçonete começou a explicar: — O drinque foi oferecido por aquele homem charmoso e elegante sentado perto do balcão. Aquele vestido inteiramente de preto. — E ela apontou para o homem a quem se referia.

Dana olhou na direção indicada, preparando-se para recusar a bebida, mesmo reconhecendo a gentileza, e reconheceu Alex sentado em um dos bancos. Ele usava camisa e calça pretas, e sua aparência era incrivelmente sexy.

Sorrindo com ar inocente, ele ergueu o copo num brinde silencioso, depois o esvaziou de um gole.

Dana o encarava com perplexidade e incredulidade, tentando imaginar sua intenção, qual o propósito de fingir que era apenas um estranho oferecendo um drinque a uma mulher que o atraía.

De qualquer maneira, tinha de admitir que a brincadeira era excitante.

Que mulher recusaria uma bebida de um homem como ele, sabendo que o brinde a distância poderia ser o prelúdio de horas muito divertidas e quentes? Quando Dana demorou demais a oferecer uma resposta, a garçonete tirou suas próprias conclusões sobre o silêncio prolongado.

— Eu sinto muito. Prefere que eu vá dizer a ele que não aceita a bebida? Dana balançou a cabeça numa resposta imediata.

— Não, eu aceito o drinque — disse...
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