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Livro: Delírios do Mediterrâneo

Membro: Equipe Multi Ajuda    Autor - Fonte: Cathy Williams

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PURA SEDUÇÃO At The Greek Tycoon\'s Bidding Cathy Williams Ele gosta da sinceridade dela. Mas será que aprecia sua impetuosidade? Theo Miquel não tem tempo para o amor, seu trabalho é sua vida. Ele sai com mulheres perfeitas, mas pula fora assim que elas mencionam a palavra "compromisso".

Heather é bem diferente das vítimas típicas deste magnata: ela não tem estilo e fala demais, além de ser a faxineira de seu escritório. Apesar de lhe faltar elegância, há algo de apaixonante naquele jeito meio ranzinza. Theo achou que ela seria perfeita para um caso passageiro. Mas ele não conhecia Heather...

PROMESSA DO CORAÇÃO The Antonakos Marriage Kate Walk Quando uma noite leva à rendição total...

Skye Marston estava sendo chantageada e forçada a casar. Mas antes teve uma noite de paixão com um homem que jamais veria novamente...

Theo Antonakos não está acostumado a ser rejeitado. Sua parceira, uma mulher ardente e apaixonada, sumiu sem dizer uma palavra. Ao chegar à ilha particular de seu pai, na Grécia, para conhecer sua futura madrasta, ele tem um choque... Para sua surpresa, ele já a conhece, e intimamente! Theo a quer de volta em sua cama... e como sua esposa! Querida leitora.

Nesta edição especial de Harlequin Jéssica, Delírios do Mediterrâneo, temos duas histórias de poderosos e sedutores magnatas gregos. Em Pura sedução, de Cathy Williams, a energia e a sinceridade de Heather Ross surpreendem o frio Theo Miquel. E em Promessa do coração, de Kate Walker, Skye Marston se vê en-tre dois homens poderosos: Cyril Antonakos, seu noi¬vo... e Theo Antonakos, filho de Cyril e seu amado! SUMARIO Pura Sedução, 04 Promessa do Coração, 114 PURA SEDUÇÃO At The Greek Tycoon\'s Bidding Cathy Williams CAPÍTULO UM Theo estava no meio de um relatório financeiro quando ouviu a batida. O barulho adentrou os corre¬dores vazios com uma intensidade de doer o ouvido. Qualquer um teria reagido com choque, talvez medo. Afinal, estava tarde e, apesar dos seguranças, não ha¬via nenhum prédio cem por cento seguro em Lon¬dres. Mas Theo Miquel não era de sentir medo. Sem se dar ao trabalho de pegar sua arma, ele saiu de seu escritório com as sobrancelhas negras franzidas e acendeu a luz do corredor, que foi iluminado por uma claridade fluorescente.

Theo Miquel não era homem de correr de nada, menos ainda de um intruso desajeitado a ponto de fa¬zer aquele barulho todo.

Não custou muito para que ele descobrisse a origem do estrondo, pois havia um carrinho de mão caído, com vários produtos espalhados no chão de mármore. De-tergentes, vassoura, esfregão — e um balde de água que estava lentamente se espalhando em direção aos escritórios acarpetados de ambos os lados.

Ele ouviu passos de alguém subindo as escadas. Era o segurança, esbaforido e já se desculpando. Eles chegaram à cena do crime quase ao mesmo tempo, mas foi Theo quem viu primeiro o corpo da moça desmaiada no chão.

— Desculpe, senhor — Sid gaguejou, observando enquanto Theo tomava o pulso da moça. — Vim o mais rápido que pude, assim que ouvi o barulho. Pos¬so resolver tudo.

— Arrume essa bagunça.

— Claro, senhor. Peço mil desculpas... Ela estava meio pálida quando chegou para trabalhar esta noite, mas eu não fazia idéia...

— Pare de falar e arrume esta bagunça — Theo or¬denou incisivamente.

Ele mal percebeu o aturdido segurança limpar o chão para conter a água antes que ela chegasse aos caríssimos escritórios, piorando a situação.

Ao menos a menina não cometeu a indelicadeza de morrer em suas dependências. O pulso estava nor¬mal, e ela podia estar pálida como a neve, mas estava respirando. Havia desmaiado — devia estar grávida. Sinal dos tempos. Controlando sua irritação, ele a le¬vantou, sem olhar para o rosto preocupado do segu¬rança. Ele tinha uma vaga noção da subserviência que lhe dedicavam os empregados, a despeito da hie¬rarquia. Não sabia que esta subserviência estava pró¬xima do medo puro, de modo que ficou muito irritado quando viu que Sid estava quase arrancando a moça de seus braços.

— Eu posso cuidar dela, senhor... Não precisa se incomodar... Não tem problema...

— Só quero que você limpe isto tudo e volte ao trabalho. Se eu precisar, lhe chamo.

Ele realmente não estava precisando de uma inter¬rupção daquelas. Era sexta-feira. Passava das nove da noite e ainda faltava ler metade do relatório para poder mandar uma cópia por e-mail para o outro lado do mundo antes da reunião decisiva que teria na se¬gunda-feira.

Abriu a porta do escritório com o pé e pôs a moça que agora começava a recobrar a consciência no sofá vinho que ocupava uma parede inteira do am¬plo recinto. Theo não tinha nada a ver com a decora¬ção do escritório. Se tivesse, teria escolhido tudo o mais neutro possível — afinal, escritório é lugar de trabalho, aquilo não era para ser nenhuma sala de es¬tar aconchegante. Mas com o passar dos anos ele veio a descobrir, para sua grande surpresa, que a pesada grandiosidade da sala acabava ajudando na concen¬tração. As paredes revestidas de madeira de carvalho ficariam mais apropriadas em um clube masculino, mas, mesmo assim, havia algo de caloroso nelas, re¬pletas de livros de economia e documentos de conta¬bilidade do vasto império naval que era a base da enorme fortuna herdada do pai. Sua escrivaninha, projetada na era pré-computador, não tinha lugares próprios para impressora e fax como as atuais, mas era boa de olhar e cumpria sua função. As janelas iam do chão ao teto e os vidros não eram fume, ao contrá¬rio dos edifícios mais altos e mais modernos. Em meio à loucura da cidade, seus escritórios, situados em uma imponente casa de estilo vitoriano, eram como um toque de sanidade dos velhos tempos.

Olhou para a moça, que começou a revirar os olhos enquanto retomava a consciência.

Seu corpo robusto estava coberto pelo macacão azul e branco de serviço e as roupas próprias que u...
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